O que muda para as empresas com a legislação que regulamenta a proteção de dados na internet

09/10/2020 por Majô Gonçalves em Mercado de reposição
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Todas as áreas devem ser envolvidas no processo de mudança no tratamento de dados pessoais, começando pela direção.

 

A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados LGPD, nº 13.709, aprovada em agosto de 2018 e com aplicação a partir de agosto de 2020, visa criar um marco regulatório para garantir o direito de privacidade e proteção de dados, exigindo uma série de adequações para as empresas. As novas regras estabelecem diversas mudanças e, na visão de Ana Azzar, especialista em marketing digital, Founder e CEO da agência Green House, tudo vai depender da maturidade da empresa no que diz respeito às suas políticas de privacidade e segurança da informação. “Os esforços podem ser enormes ou se a empresa já tiver processos bem definidos com uma área de compliance bem estruturada, uma política de segurança da informação bem estruturada e divulgada já é um  bom caminho. No marketing, os cuidados dependem dos canais, do uso dos dados que sem dúvidas estão relacionados ao plano da área”, revela.

Ana explica também que diferente de olhar para a LGPD como uma restrição para as atividades de marketing, a lei vai nos fazer um favor: engajar os leads e clientes realmente interessados na marca. Para adequar as práticas e rotinas, ela recomenda fazer um assessment  sobre os processos que implicam em dados para trazer a proposição de soluções.

 

A CEO revela também que, na prática, as empresas vão ganhar se souberem usar isso como um valor para a marca. “Respeito é algo que se perdeu na massificação do marketing digital. Um bom momento para rever isso”, comenta.

O ponto de partida para saber quais são as adequações necessárias são os  dados em questão, onde eles estão hospedados e como são usados. A adequação irá variar caso a caso.

A área de segurança da informação das empresas é fundamental nesse processo para avaliar o que precisa ser alterado em sistemas e executar o que for preciso. “Por isso, é um projeto que pode ser bastante complexo dependendo da organização prévia da empresa nesta área.”

 

Mas todas as mudanças necessárias devem começar pela direção, de acordo com Ana. “Vamos mexer na cultura das empresas. Tecnologia, compliance, jurídico, RH e marketing sem sombra de dúvidas, mas todos serão afetados em maior ou menor escala”, destaca.

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Ana também reforça que mesmo no B2B é importante lembrar que existe um CPF responsável pela empresa. E para tratar estes dados de pessoa física, ainda que dentro de uma relação comercial B2B os cuidados são os mesmos.

 

A Green House vem trabalhando fortemente nessa área na sua carteira de clientes de vários segmentos. “Estamos apoiando com a consultoria as adequações do marketing e como agência toda a parte de comunicação relacionada, conclui.” Além disso, também oferece apresentação e palestras sobre o tema.

 

Sobre a Greenhouse – A Greenhouse é uma agência consultiva de marketing e comunicação especializada em soluções orientadas para negócios com uma visão global das necessidades de cada cliente. Entre os serviços oferecidos estão o CRM com estratégias para fidelização, Digital – Social e Performance e Branding com posicionamento de marca, campanhas de criação, entre outros.

Com equipe de multiespecialistas, o trabalho da Greenhouse se diferencia pela qualidade e assertividade em um modelo de negócios inovador no setor.

Os sócios Ana Azzar e José Zacarias acumulam experiência em grandes grupos de comunicação e colecionam premiações de vários cases de sucesso de marcas de diversos segmentos.

 

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